Genpact  3 – 5  Sotecnica

Sotecnica…à quinta é de vez!

O jogo de abertura da sétima jornada foi disputado entre a equipa da Genpact que procurava dar continuidade ao seu bom momento de forma, contra a equipa da Sotecnica que pretendia conquistar os primeiros pontos interrompendo assim uma série de quatro derrotas consecutivas.

As duas equipas entraram em campo na expectativa de perceber qual a abordagem do adversário. Neste sentido, as equipas conservaram a bola em zonas mais recuadas do terreno procurando lateralizar o jogo de forma a não criar desequilíbrios desnecessários que pudessem favorecer o adversário. As equipas dispuseram de algumas oportunidades de golo, entre elas um remate ao poste para cada lado. Ainda assim, a equipa da Genpact mostrou-se mais pressionante, o que permitiu à equipa adiantar-se no marcador, através do seu capitão Pedro Oliveira (minuto 10).

Mesmo com o golo sofrido, a equipa da Sotecnica manteve a sua matriz de jogo. A equipa serviu-se sobretudo da qualidade individual do jogador Francisco Henriques que com movimentos de fora para dentro criaram muitos desafios à equipa da Genpact. As vantagens criadas permitiram chegar ao golo, através do mesmo que desferiu um remate cruzado no canto inferior esquerdo sem hipóteses para o guarda-redes. Depois de algum equilíbrio entre as duas equipas, a Sotecnica consegue adiantar-se no marcador, através de uma bola parada após um excelente cabeceamento do Fábio Santos (minuto 22). Já no último lance da primeira parte, a equipa da Genpact consegue igualar o marcado, através de um livre direto concretizado pelo Tiago Mendes (minuto 24).

A segunda parte começou com uma entrada forte da Sotecnica com uma excelente troca de bola entre todos os elementos da equipa. A Genpact, por sua vez, continuou a ter uma atitude pressionante na primeira fase de construção da equipa adversário para que em 1/2 toques conseguisse colocar a bola em zonas de finalização. A Genpact consegue mesmo chegar ao golo, através de um lance individual de Leonardo Filipe (minuto 28).

As equipas nunca conseguiram controlar os ritmos do jogo, o que se traduziu na incapacidade para gerir as vantagens no marcador. Passados dois minutos, a equipa da Genpact vê a sua vantagem a ser anulada, com outro golo de Francisco Henriques (minuto 30). Até ao final do encontro, equipa da Genpact nunca mais se encontrou mesmo conseguindo criar algumas chances de golo, a equipa não promoveu um estilo de jogo apoiado que pudesse favorecer os seus alas e colocar mais unidades na área adversária. A apatia demonstrada foi reflexo do livre sofrido a meio-campo que aparentava não trazer grande perigo (Tiago de Sá, minuto 33). Passados quatro minutos, a equipa da Sotecnica vai marcar o quinto golo e com o Francisco Henriques a completar um hat-trick (37). Nos últimos dez minutos do encontro a equipa da Genpact tentou ir atrás do prejuízo, já a equipa da Sotecnica diminui o ritmo de jogo para segurar o resultado.

Com este resultado, a equipa da Sotecnica consegue finalmente festejar a sua primeira vitória. Já a equipa da Genpact não consegue alcançar a primeira metade da tabela classificativa.

 

 

OLX 3 – 4 Casa do Pessoal da RTP

OLX não desliga o “rolo compressor” e reforça liderança na Liga Empresarial

O segundo jogo da sétima jornada foi disputado entre a equipa da Casa do pessoal da RTP que interrompeu uma série de três vitórias consecutivas, ao ser derrotado pela equipa da Olimel na jornada anterior, contra a equipa da OLX, atual líder da Liga Empresarial, só com vitórias.

Os primeiros minutos do encontro foram de extrema importância para a Casa do pessoal da RTP. É sabido que a equipa da OLX tenta resolver os jogos logo nos minutos inicias com os jogadores a exercerem uma forte pressão no adversário. No entanto, a equipa da Casa do pessoal da RTP soube contrariar as individualidades da equipa adversária e colocou-se na frente do marcador logo aos cinco minutos com um golo de Deyvison Fernandes. A equipa da OLX procurava atrair os adversários na zona central do terreno para rapidamente lançar os seus médios que tinham movimentos de rutura entre o lateral e o central da equipa adversária. A permuta constante entre os jogadores da equipa da OLX e a distribuição dos mesmos no campo obrigou à Casa do Pessoal da RTP a um desgaste enorme. A equipa exerceu uma pressão média alta pelo que quando perdia a bola necessitava que os jogadores no processo ofensivo reagissem de forma rápida não permitindo contra-ataques, mas também, de um sentido posicional excelente por parte dos centrais. É no melhor momento da equipa da OLX que as suas individualidades começaram a aparecer. À cabeça, João Duarte e João Cruz colocaram a equipa em vantagem no marcador (minutos 14 e 15).

A segunda parte inicia-se com um ritmo de jogo mais baixo. A equipa da Casa do Pessoal da RTP dispôs de algumas situações para empatar a partida. A equipa da OLX utilizou a profundidade para rasgar por completo a estrutura média da equipa adversária. Neste tipo de situações, o avançado Daniel Gomes serviu o seu colega de equipa João Duarte que sem deixar bater a bola no chão aplica um remate ao ângulo superior direito, mais um lance de génio do médio. A Casa do Pessoal da RTP não baixou os braços e ainda conseguiu reduzir o marcador. Pedro Silveira num lance individual conseguiu furar a estrutura defensiva do adversário passando por três jogadores para depois assistir o seu colega de equipa que só teve de encostar a bola (minuto 37). Mesmo a acabar a partida, a equipa da Casa do Pessoal da RTP teve uma excelente ocasião de golo através de um livre direto que poderia ter estabelecido o empate.

Com este resultado, a equipa da OLX mantém-se invicta e é cada vez mais líder. Já a equipa da Casa do Pessoal da RTP soma a segunda derrota consecutiva e desce uma posição na tabela classificativa.

 

Procter & Gamble 2 – 5 Thales

A primeira vitória da TBSS!

O terceiro jogo da sétima jornada colocou em campo duas equipas que ainda não conseguiram impor o seu jogo. A equipa da Procter & Gamble, que conta apenas com uma vitória na liga, contra a equipa da TBSS que lutava para conquistar a sua primeira vitória.

O árbitro deu o apito inicial e logo se percebeu que iria ser um jogo disputado até ao fim. A TBSS apresentou-se com uma capacidade de pressão homem a homem brutal não deixando a equipa adversária respirar. Este tipo de pressão promove um grande desgaste físico e mental, que foi bem aproveitado pela equipa da Procter & Gamble. Todos os elementos da equipa sabiam as funções que tinham de desempenhar, permitindo assim à equipa controlar o jogo com bola. A prova provada está no primeiro golo do encontro, através de uma jogada coletiva que terminou com uma excelente finalização por parte de Miguel Vieira (minuto 7). Após o golo, a equipa diminui o ritmo do jogo na tentativa de explorar os ataques rápidos. Tudo isto é indicativo da falta de confiança para assumir o controlo do jogo com os resultados anteriores a pesar neste tipo de decisões.

Após o golo sofrido, a TBSS manteve-se pressionante e aproveitou dois erros do adversário. Num primeiro momento, a equipa da Procter & Gamble comete um penálti que é convertido por Ricardo Santos (minuto 13) e num segundo momento a aproveitar a indefinição da equipa adversária em zonas recuadas do terreno, com Ricardo Santos a conquistar a bola e a assistir Daniel Terceiro (minuto 15). Para contribuir à grande recuperação da TBSS, a cereja no topo do bolo foi o espetacular golo de livre de Rafael Teixeira (minuto 17). Após os golos a equipa da Procter & Gamble não se deixou abater e aumentou os índices de concentração e intensidade. A mudança de chip permitiu à equipa conquistar desorganizar o adversário. Antes do intervalo, a equipa ainda consegue reduzir, e também, através de um livre direto concretizado por  João Santos (minuto 24).

Com o resultado pela margem mínima, a segunda parte começa com um ritmo dominador por parte da equipa da Procter & Gamble. A sua maior arma foi sem dúvida o coletivo, com a equipa a demonstrar que com bola consegue potenciar todos os elementos da equipa. O resultado permanece inalterado até aos dez minutos finais da partida. A TBSS aproveitou as fragilidades defensivas da equipa da Procter & Gamble e foi conseguindo empurrar a equipa para trás. A TBSS teve uma oportunidade de ouro para dilatar a vantagem num livre curto, mas no momento a seguir aproveita e consegue mesmo marcar através de uma tabelinha já dentro da área com passe de Daniel Terceiro e finalização de Fábio Silva (minuto 39). A Procter & Gamble ainda conseguiu criar ocasiões claras de golo, com João Caldeira a aproveitar um lançamento de linha lateral para rodar sobre o oponente e a rematar forte na baliza adversária. Os golos só mesmo por parte da TBSS com João Malhada a estabelecer o resultado final (minuto 43)

Com este resultado, a equipa da TBSS consegue a sua primeira vitória no campeonato. Já a Procter & Gambler não consegue encontrar o ritmo necessário para dar a volta ao momento de forma da equipa.

Sociedade Central de Cervejas – Olimel (Jogo em atraso – 4ª Jornada)

Sociedade Central de Cervejas diz presente

No último jogo da noite tivémos uma partida em atraso, referente à 4ª Jornada da Liga Empresarial Futebol 7 Lisboa. O jogo foi disputado por duas equipas que disputam os lugares cimeiros da tabela classificativa, a equipa da Sociedade Central de Cervejas contra a equipa da Olimel.

Os primeiros minutos do encontro permitiram perceber que as equipas iriam adotar uma estratégia de maior contenção. Sem espaço na zona central do terreno, as equipas tentaram abusaram dos lances aéreos para criar desequilíbrios. A Sociedade Central de Cervejas através da sua referência atacante e a Olimel a explorar mais os corredores através dos laterais.

A precipitação na tomada de decisão não permitiu que as equipas tivessem um claro ascendente sobre o oponente. O resultado disto foi o facto de as equipas marcarem quatro golos num espaço de três minutos. Aos 14 minutos, a equipa da Sociedade Central de Cervejas adianta-se no marcador, com Nuno Ferreira a aproveitar um deslize do guarda-redes da equipa adversária. Logo após o golo sofrido, a da equipa da Olimel demonstrou grande personalidade e marcou dois golos num espaço de dois minutos, através de Pedro Mateus e Hugo Rocha (minutos 15 e 16). Imediatamente a seguir a equipa da Sociedade Central de Cervejas estabelece a igualdade, através de Francisco Morais (minuto 17). Após estes minutos frenéticos, as equipas procuraram acalmar o jogo e juntar as suas linhas. A equipa da Sociedade Central de Cervejas promoveu um jogo interior bem trabalhado, com o lateral do lado contrário a funcionar como médio centro. Já a Olimel serviu-se da sua organização defensiva para contrair os movimentos criados pela equipa adversária.

A segunda parte começa com um claro ascendente da equipa da Sociedade Central de Cervejas, com um excelente remate em arco efetuado por Valter Gonçalves e com uma excelente intervenção do guarda-redes da equipa da Olimel. A equipa da Olimel só conseguia ligar o seu jogo quando o capitão da equipa entrava em campo. Este conseguia segurar as bolas de costas para a baliza e servia os seus companheiros. A equipa da Sociedade Central de Cervejas continuou com a sua matriz de jogo e conseguiu com que os seus laterais pudessem usar os corredores com o tempo e espaço necessários para tomar as melhores decisões.

Com a partida a caminhar para o fim, a equipa da Sociedade Central de Cervejas foi a que mais tentou procurar o golo. A pressão exercida permitiu que a equipa da Olimel começasse a cometer mais erros, exemplo disso é má colocação dos apoios por partes dos centrais da equipa da Olimel na abordagem aos cruzamentos efetuados pela equipa adversária, o que originou um autogolo (minuto 46). Já nos minutos finais, a equipa da Sociedade Central de Cervejas com controlo total do jogo consegue dilatar o resultado, com Francisco Morais a assinar o bis na partida.

Com este resultado, a equipa da Sociedade Central de Cervejas dá uma resposta ao resultado negativo na jornada anterior e passa de 5º classificado para 3º. Já a equipa da Olimel mesmo com a derrota continua com uma posição tranquila na tabela classificativa.

 

 

7 ideal da Jornada:
GR: David Pereira (Thales)
DEF: Pedro Silveira (Casa do Pessoal da RTP)
DEF: Ricardo Santos (Thales)
DEF: João Cruz (OLX)
MED: João Aranha (Procter & Gamble)
ATA: João Duarte (OLX)
ATA: Francisco Henriques (Sotecnica)

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