02-04-2018 22:00
Vitória em tempo extra
AXA
2
2
W

Timeline

 
50'

AXA e Epal entravam para a segunda meia-final já sabendo que em caso de vitória encontrariam a Vodafone na final. Tanto AXA e Epal apostavam todas as fichas neste encontro. A Final Nacional estava a apenas duas vitórias.

O encontro começou vivo, cada milímetro tinha que ser conquistado nada era dado. As equipas tinham alguma dificuldade em trocar a bola, em três/quatro passes a bola era perdida, a pressão defensiva era imensa. A primeira equipa a conseguir soltar-se desta pressão foi a Epal, que mesmo sem conseguir criar situações claras de jogo ia ameaçando Luís com remates de longe. Ainda assim, face a este primeiro ascendente da Epal, a AXA responderia com um golo. Pedro Silva, facilita na sua baliza, perde a bola e comete grande penalidade. João Bartolomeu com frieza coloca a AXA na frente do marcador aos 5min de encontro. Nos minutos que se seguiriam a AXA, por intermédio de Robilson Baldé, era a equipa mais perigosa em campo, e por pouco não fazia o segundo. Com o passar dos minutos, a Epal, em desvantagem, procurava chegar com mais perigo à baliza adversária, mas incapaz de penetrar a defesa contrária optava por remates de fora de área. A cada remate efetuado o perigo aumentava. Num desses remates, o capitão da Epal fica a centímetros do golo, a bola toca no poste e desvia para fora, a sorte estava do lado da AXA, que antes do intervalo iria marcar de novo. Grande passe de Luís, Yassin faz uma receção sublime, vira e bate Pedro Silva pela segunda vez. O conjunto da 2ª Divisão ia ao rubro com novo golo.

No segundo tempo a toada de jogo manteve-se, a Epal mais pressionante e a AXA, mais na retaguarda espreitava o contra-ataque através dos rasgos individuais de Robilson Baldé. A Epal tentava entrar na defesa adversária, mas a AXA fechava-se bem, muito pelo excelente trabalho defensivo de Maciel. Do outro lado, Paulo Grave ia cortando todos os lances de possível perigo, dando muita segurança à sua equipa. Ao min 32, Miguel Furtado arranca pela linha, aguenta o contacto físico, e na raça faz um grande golo, pontapé cruzado indefensável. Com o passar dos minutos a pressão sobre a AXA aumentava, a EPAL ameaçava o golo, e Ivo Sequeira vê lhe negado o golo do empate pelo poste, que remate incrível. A dois minutos do fim, nova grande oportunidade para a Epal, Luís com o pé faz uma defesa espetacular, enquanto o banco da Epal já gritava golo. Na sequência do canto, Jorge Teixeira, muito oportuno, encosta para o golo do empate. Golo merecido face ao ascendente da Epal neste segundo tempo. O jogo acabaria pouco depois e seguiria para grandes penalidades. Neste particular, saiu mais forte a AXA, Luís defendeu o penalti inicial e Ângelo Varela selou a vitória com o penalti certeiro.

Este espetáculo de futebol não merecia ter sido decidido numa situação tão injusta como as grandes penalidades. As duas equipas provaram em campo porque se encontram em tão bom plano nesta competição. Nenhuma equipa merecia ser eliminada nesta fase, mas a maior competência da AXA no desempate de grandes penalidades fez a diferença no encontro.

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