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40'

Estatísticas do Jogador

Dois conjuntos com grande valor, mas com uma grande diferença no capítulo da finalização. De resto, logo na primeira jogada da partida, os The Cage chegaram ao 1-0, por André Chen. A Go Factory “entrou a perder”, mas não se deixou abalar, tendo mesmo mais posse de bola e chegou a enviar uma bola ao poste. Contudo quem voltou a marcar foram os The Cage, por João Martins ao minuto 7. Ainda assim a Go Factory não perdeu o foco, e Pedro Barros, um dos mais inconformados, de livre directo, reduziu para a desvantagem mínima e abriu a discussão para o 2º tempo.

Após o intervalo a toada de jogo manteve-se, mas os The Cage foram aproveitando os espaços, que a Go Factory deixava. Por outro lado, esta equipa pressionava muito, chegava à construção ofensiva mas não conseguia desequilibrar a defesa adversária e criar verdadeiras oportunidades de perigo. Com a Go Factory claramente balanceada para o ataque, Hugo Falcão aos 25 e Ricardo Patrício aos 27 aumentaram a contagem. Este foi um duro golpe para as aspirações dos “amarelos e pretos” que começaram a utilizar o “5” avançado. Foram com tudo para discutir o resultado, mas o melhor que conseguiram foi um golo de Tiago Martins aos 36 minutos, num belo pormenor de calcanhar. Por outro lado os The Cage fizeram mais 3 golos, com José Dias e o gr Pedro Barreiro a juntarem o seu nome à lista de marcadores e Ricardo Patrício, a fechar a contagem em 7-2.

Este jogo foi o resultado da eficácia. Os The Cage mais oleados foram justos vencedores. Do lado de lá, a Go Factory teve bons apontamentos, mas tem de melhorar a eficácia no último terço do campo.

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